Mês passado chegou às telas de todo o mundo, a adaptação do sexto livro da franquia de J. K. Rowling: “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”. Para muitos, essa estréia não gerou nenhum furor, e esse filme não passa de uma história de um bruxinho tosco lutando contra o mal. Mas para os fãs, é a chance após dois anos intermináveis (não, isso não é exagero) de conferir na telona as aventuras do seu bruxinho preferido.
o professor de poções da época em que Voldemort estudava em Hogwarts. Slughorn, que guarda um grande segredo, é a chave para Harry e Dumbledore destruírem o Senhor das Trevas. Em meio a essas descobertas, um clima de romance aflora entre os adolescentes bruxos. Somos apresentados as suas indagações, esperanças e fracassos que as paixões proporcionam nessa fase da vida. Enquanto isso fora dos muros da escola, o mundo dos bruxos e dos trouxas é aterrorizado por Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado.
Aragogue de Hagrid morre. E finalmente o empolgante quadribol está volta após dois filmes, com Ronny jogando como goleiro e garantindo a taça para a Grifinória.É claro que nem tudo é perfeito. De fato, a cena em que deveria ser o clímax do filme não o é. A cena ficou fria, sem emoção. Se ao ler o livro é possível chorar o mesmo não acontece quando visto na telona. Talvez esse seja o ponto fraco do longa. Outra cena que poderia ter
um capricho maior é a em que Harry e Malfoy lutam no banheiro, o feitiço lançado por Harry não tem a mesma intensidade que tem no livro. Mas, não deixa de ser fiel. Outro ponto que é deixado lado é o fato que dá nome ao livro e ao filme. No longa esse segredo deixado de lado, como uma situação secundária. Resolvida no final, mas ainda sim sem importância.

Bom, o longa conta a história de John Dillinger, um esperto ladrão de bancos e trens dos tempos do faroeste. Caçado por um tipo de FBI da época, o Bureau de Investigação Nacional, Dillinger os faz de gato e sapato, usando sua esperteza para fugir e se dar bem. Nem na prisão ele fica muito tempo. O filme traz a formação das gangues, ou melhor, máfias de jogos ou apostas. Mas infelizmente ou felizmente o final não é feliz.
